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Medium 9788520434727

3. Braços

KIRKENDALL, Donald T. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍtulo

brAços

3

A

maioria dos profissionais que trabalha com preparação física já ouviu: o futebol é um jogo baseado na força das pernas. Por que um jogador de futebol, exceto talvez o goleiro, se preocuparia tanto com os braços? Pessoas com essa opinião deveriam observar cuidadosamente as fotografias de jogos em revistas ou sites de futebol e notar como tronco, ombros e braços são utilizados no futebol. Apesar de os braços não serem os “personagens principais” do jogo propriamente dito, a velocidade e a capacidade atlética dos jogadores atuais faz que o contato entre eles aumente muito, de modo que devem ser capazes de se movimentar em espaços reduzidos, que estão sendo disputados. O contato físico requer equilíbrio, e os braços estão altamente envolvidos na manutenção do equilíbrio.

As táticas atuais são uma combinação de jogo direto e posse de bola. A manutenção da posse de bola requer que o jogador seja capaz de protegê-la do adversário. O uso dos braços, contanto que dentro das leis do jogo, faz que os jogadores pareçam maiores e mais difíceis de serem atingidos, dessa maneira ajudando a manter a posse da bola. Um sistema de jogo que está ganhando popularidade é o 4-5-1, no qual uma importante característica do único atacante é a capacidade de reter e proteger a bola de modo a esperar o apoio dos meio-campistas. Um jogador capaz de manter a posse de bola de modo confiável quando está sob pressão da defesa adversária aumentará em vários minutos a posse de bola de seu time.

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Medium 9788584291304

Capítulo 3 - O embasamento filosófico do conceito de letramento corporal

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

3

O embasamento filosófico do conceito de letramento corporal

Margaret Whitehead

Introdução

Este capítulo aborda alguns aspectos da fundamentação filosófica do conceito de letramento corporal. Duas das premissas apresentadas no Capítulo 2 serão aprofundadas, o monismo e a contribuição que a corporeidade vivida traz a vários aspectos da existência humana. Essa discussão começa com uma explicação sobre a natureza dos seres-no-mundo e avança para uma análise do papel da corporeidade na percepção e resposta.

O conceito de letramento corporal apresentado neste livro vem sendo desenvolvido há muitos anos (WHITEHEAD, 1990). No princípio, esse estudo começou fortemente comprometido com o valor intrínseco da atividade incorporada, um valor que extrapolava a saúde, a preparação física e os benefícios acumulados

às capacidades mentais que costumamos obter após um período de atividade física “relaxante”. Um estudo preliminar da filosofia revelou um vasto leque de atitudes para com a dimensão incorporada: dos que a consideravam inferior às capacidades mentais àqueles que enxergavam um protagonismo nesse aspecto do ser humano. Esta, proposto por filósofos sem qualquer interesse especial ou preconceito em relação à atividade física em si, descortinou um novo caminho de pesquisas. Havia um claro potencial, a partir da visão desses filósofos, para formular uma argumentação que sustentasse o valor da dimensão incorporada para qualquer indivíduo. Esse valor teria uma autoridade real e seria capaz de tirar partido das percepções e evidências de estudiosos. Parecia que, enfim, profissionais atuando no campo do movimento, incluindo educadores físicos, seriam capazes de identificar o valor intrínseco do seu trabalho. Todos os profissionais interessados na atividade física estariam aptos a defender seu campo de atuação diante de muitos que o consideravam uma mera opção recreativa, não sendo digno de séria consideração. O resultado dessa pesquisa gerou não

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Medium 9788502217539

8 - AÇÕES AFINS AOS INTERDITOS POSSESSÓRIOS

GONÇALVES, Carlo Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

8

AÇÕES AFINS AOS INTERDITOS POSSESSÓRIOS

JJ 8.1. 

AÇÃO DE IMISSÃO NA POSSE

As ações tipicamente possessórias, destinadas à defesa exclusiva da posse, são as três já referidas. Há, no entanto, outros procedimentos em que, por forma direta ou indireta, a posse também é protegida. Tais procedimentos são denominados ações afins dos interditos possessórios, que deles se distinguem em razão de outros fato‑ res levados em consideração pelo legislador.

Não se revestem tais ações de natureza eminentemente possessória, uma vez que o pedido se funda ou no direito de propriedade, ou no direito obrigacional de devolu‑

ção da coisa, ou na proteção contra atos judiciais de constrição etc.

JJ 8.1.1. 

Características

A ação de imissão na posse era regulada pelo Código de Processo Civil de 1939 no art. 381, que dispunha competir tal ação: aos adquirentes de bens, para haverem a respectiva posse, contra os alienan­ tes ou terceiros que os detivessem;

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Medium 9788527727730

Parte 4 - 20 - Regulação das Vias Metabólicas Principais

MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista Grupo Gen PDF Criptografado

20 Regulação das Vias

Metabólicas Principais

20.1 Regulação do metabolismo do glicogênio

A degradação e a síntese de glicogênio são efetuadas por vias distintas e, evidentemente, ativadas em situações fisiológicas opostas. As regulações alostérica e hormonal destas vias são coordenadas, de tal modo que a estimulação de uma delas ocorre simultaneamente com a inibição da outra. Os mecanismos de controle operantes em ­músculos esqueléticos de mamíferos serão descritos inicialmente e, a seguir, aqueles existentes no fígado.

20.1.1 Regulação da degradação do glicogênio m

­ uscular

Regulação por modificação covalente

A glicogênio fosforilase, a enzima responsável pela glicogenólise, é um dímero e existe em duas formas: a forma b

(inativa) e a forma a (ativa).

P

P

Glicogênio fosforilase b inativa

Glicogênio fosforilase a ativa

A ativação da enzima é obtida por fosforilação de um re­sí­duo de serina de cada monômero da forma b (inativa), que se converte na forma a (ativa). A reação é catalisada pela glicogênio fosforilase quinase, que também existe em duas formas, uma inativa e outra ativa.

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Medium 9788553603374

26 - DA CONCESSÃO DE USO ESPECIAL PARA FINS DE MORADIA

PDF Criptografado

26

Da Concessão de uso especial para fins de moradia

JJ 26.1. 

Conceito

A concessão de uso especial para fins de moradia e a concessão de direito real de uso são direitos reais sobre coisa alheia, introduzidos no Código Civil (art. 1.225,

XI e XII) pela Lei n. 11.481, de 31 de maio de 2007. Buscam atender à função social da propriedade, especialmente com a regularização jurídica das áreas favelizadas.

A mencionada lei confere nova redação ao aludido dispositivo do Código Civil e prevê medidas direcionadas à regularização fundiária de interesse social em imóvel da União. Embora constituído o direito real, o bem continua pertencendo à Admi‑ nistração Pública, não se concretizando a transferência do domínio.

JJ 26.2.

REGULAMENTAÇÃO LEGAL

A concessão de uso especial para fins de moradia consta da Medida Provisória n. 2.220/2001, cujo art. 1º, com as modificações introduzidas pela Lei n. 13.465, de

11 de julho de 2017, disciplina a questão de forma análoga à usucapião especial pre‑ vista no art. 1.240 do Código Civil. O benefício se estabelece em favor da pessoa que comprovar posse até 22 de dezembro de 2016.

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