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Medium 9788597009910

3 - Gestão de Estoques

DIAS, Marco Aurélio Grupo Gen PDF Criptografado

Gestão de Estoques

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DIAS.indb 59

09/11/2016 15:41:58

Síntese do Capítulo

Neste capítulo, você irá aprender um pouco mais sobre a gestão de estoques, que é um dos principais elementos da logística, que anteriormente estava bem ligada

à administração de materiais.

Dentro da cadeia de suprimentos, ela é um dos suportes para o bom funcionamento da logística e, por consequência, do bom fluxo operacional e financeiro de uma empresa.

Objetivos

•• Conhecer os principais tipos de estoque e a importância de cada um no processo empresarial.

•• Saber diferenciar os tipos de custo que incidem nos estoques, tanto industrial quanto de comercialização.

•• Definir os vários tipos de níveis de estoque e como calcular cada um, assim como o lote econômico de compra e classificação ABC.

DIAS.indb 60

09/11/2016 15:41:58

Gestão de Estoques

3.1 Introdução

3.1.1 Funções e políticas de estoque

A função da gestão de estoques é maximizar o resultado de vendas e o ajuste da programação da produção. Ao mesmo tempo, deve minimizar o capital investido em estoques, já que ele é caro e aumenta continuamente. Sem estoque, é impossível uma empresa trabalhar, pois ele funciona como amortecedor entre os vários estágios da produção até a venda final do produto.

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Medium 9788536304632

Capítulo 2 - Pega-Varetas: fatores que interferemna aprendizagem

Macedo, Lino de Grupo A PDF Criptografado

OS JOGOS E O LÚDICO NA APRENDIZAGEM ESCOLAR

Pega-Varetas: fatores que interferem na aprendizagem

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2

A

prática no atendimento a crianças em idade escolar tem mostrado que acontecem muitos “ruídos” na aprendizagem, identificados como interferências negativas no processo de comunicação dos conteúdos e procedimentos ensinados e aprendidos. Este capítulo apresenta uma análise de alguns aspectos que constituem esses “ruídos”. Uma preocupação crescente de pais e professores refere-se à indisciplina de seus filhos ou alunos (na escola ou fora dela), e observa-se que essa é, muitas vezes, conseqüência de uma confusão entre o que é falta de limite e o que expressa, de fato, uma dificuldade de aprendizagem. Refletir sobre esses temas pode contribuir de maneira significativa para melhor compreender e gerir o cotidiano da sala de aula.

Para ilustrar essa discussão, foi escolhido o jogo Pega-Varetas (Rabioglio,

1995), muito trabalhado com as crianças atendidas no Laboratório de

Psicopedagogia (LaPp) do Instituto de Psicologia da USP, em um contexto de oficinas1 cujo enfoque é desenvolver atitudes favoráveis à aprendizagem do ponto de vista cognitivo e social. Esse jogo, bastante conhecido, é divertido e adaptável para diferentes faixas etárias. Seu desafio é fazer o maior número de pontos por meio da coleta de varetas. Para tanto, o jogador deve soltar um maço composto por 41 varetas coloridas (amarelas, vermelhas, verdes, azuis e uma preta), sendo que cada cor vale um número de pontos determinado. Devese capturar uma a uma, sem mover as demais e, quando isso ocorre, o jogador conta seus pontos e passa a vez para outro. Jogar bem, portanto, requer organização e planejamento, respeito às regras, atenção e antecipação das ações, aspectos fundamentais para o êxito.

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Medium 9788521628491

Lesson 12 - Descrevendo personalidade 1 | Describing personality 1

MARTINEZ, Ron Grupo Gen PDF Criptografado

LESSON

Descrevendo personalidade 1

Describing personality 1

Nesta lição é possível praticar a linguagem usada para descrever a personalidade de alguém. Isto pode ser

útil em várias circunstâncias. Por exemplo, quando você quer falar bem de um amigo antes de apresentá-lo, ou quando você menciona uma pessoa durante uma conversação e quer acrescentar mais detalhes sobre ela.

As expressões abaixo também podem ser faladas diretamente a uma pessoa, elogiando-a, ou até quando você quer descrever você mesmo. Nessa última circunstância, é útil usar I think I�m... (�Eu acho que sou...�). O que não está incluso nesta seção são as expressões para descrever qualidades não tão positivas.

Para estas frases, consulte o livro Como dizer tudo em inglês, no Apêndice 3, �Descrevendo as pessoas� para um vocabulário específico.

LISTEN AND REPEAT

(Faixa 27 no CD 1)

!�

Escute e repita as seguintes frases em inglês.

Ele/Ela/Você é uma figura.

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Medium 9788582715192

Capítulo 4. Neurobiologia do transtorno depressivo maior

João Quevedo, Antonio Egidio Nardi, Antônio Geraldo da Silva Grupo A PDF Criptografado

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Neurobiologia do transtorno depressivo maior

Gislaine Z. Réus

Ritele Hernandez da Silva

João Quevedo

INTRODUÇÃO

Por décadas a hipótese monoaminérgica pare­ cia ser a principal resposta à f­ isiopatologia do transtorno depressivo maior (TDM), indicando a diminuição de oferta de neurotransmissores na fenda sináptica ou demonstrando alteração em receptores monoaminér­ gicos.

Mesmo com reforços no arsenal medicamentoso, o TDM ainda representa um desafio a clínicos, pacientes e suas famílias. Dessa forma, clínicos e pesquisadores vêm p

­ ercebendo que, além da diminuição da disponibilidade de neurotransmissores, outras alterações parecem ocorrer, como o envolvimento de marcadores inflamatórios, células microgliais, cascatas de sinalização celular e fatores neurotróficos, que estão identificados cada vez mais e constituem tópico de discussão neste capítulo.

INFLAMAÇÃO NA

NEUROBIOLOGIA

DO TRANSTORNO

DEPRESSIVO MAIOR

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Medium 9788547227623

18.11. Jurisprudência selecionada

BRITO, Alexis Couto de Editora Saraiva PDF Criptografado

470 | Execução penal

e vem a cometer um delito após 2 anos de livramento. Poderá tê-lo suspenso, nos termos do art. 145 da LEP, sem que se decrete a revogação, mas deverá retornar à prisão. Enquanto aguarda o julgamento do crime posterior, estará cumprindo sua pena. Caso o julgamento do novo delito demore mais do que lhe resta de pena a cumprir, inclusive do período em que esteve em livramento condicional, não haveria que se falar em prorrogação do livramento ou da pena.

Portanto, a prorrogação somente terá sentido nos casos em que o condenado estiver ou continuar em liberdade, pois o tempo que gozou do livramento não será considerado, e a pena deverá ser cumprida com privação da liberdade.

18.10. Cumprimento da pena em livramento condicional

Se o condenado cumpre o tempo que lhe resta da pena em livramento condicional e não o tem revogado, o juiz declarará extinta sua pena (CP, art. 90). Note-se que a exigência não é a de descumprimento das condições, pois, ainda que as descumpra, somente será prejudicado caso o juiz tenha declarado revogado.

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