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Medium 9788580550320

13 Cuidados intensivos

Donna Nayduch Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

CUIDADOS

INTENSIVOS

INTRODUÇÃO

A ressuscitação é o primeiro desafio do centro de trauma. No entanto, as mortes por trauma podem ocorrer tanto no local quanto durante a ressuscitação ou, ainda, posteriormente por complicações. Os indivíduos com o maior potencial para complicações são os que exigem cuidados intensivos. O paciente luta para curar as lesões, ao mesmo tempo em que a equipe dedica esforços na prevenção de complicações que poderiam mudar o resultado de longo prazo do paciente. A seguir, faz-se uma revisão das complicações comuns e dos meios de prevenção.

SÍNDROME DA ANGÚSTIA RESPIRATÓRIA

AGUDA

A lesão pulmonar pode ser resultante do trauma em si ou da resposta inflamatória associada às lesões multissistêmicas. A resposta inflamatória que provoca a lesão pulmonar aguda começa com o edema e a saída de proteína no espaço intersticial e nos alvéolos. A perda de surfactante e o colapso dos bronquíolos terminais exacerbam ainda mais a hipoxemia e aumentam o espaço morto. O pulmão torna-se “rígido” e difícil de ventilar sem altas pressões. A evolução para a síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) resulta na necessidade de ventilação mecânica prolongada e pode evoluir para falência múltipla de órgãos e morte.

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Medium 9788553131990

1 - CONCEITOS E HISTÓRIA

ALMEIDA, Edmundo Monteiro S.; AVANZI, Renato Editora Saraiva PDF Criptografado

1

CONCEITOS

E HISTÓRIA

E

ste capítulo apresenta uma evolução histórica do marketing motivacional, que nasceu na Grécia Antiga, como forma de incentivo, e se aper-

feiçoou ao longo dos tempos até chegar ao modelo mais recente, que agrega o desenvolvimento da tecnologia e acompanha as mudanças trazidas com a evolução das gerações, como a geração Y e as anteriores.

São abordados, também, os benefícios que as campanhas de marketing motivacional trazem para as empresas e para o ser humano.

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1.1 

SURGIMENTO

DO MARKETING

DE INCENTIVO

Convivemos, hoje, com dois conceitos de incentivo, que podem ser caracterizados como pessoal e orgânico:

•  Incentivo pessoal: ato que, natural ou esponta-

neamente, usamos como força motivadora para nós mesmos ou para motivarmos alguém a superar um desafio.

• Incentivo orgânico: ferramenta de marketing utilizada no processo de motivação por meio de técnicas de comunicação para estimular pessoas a superar suas metas e desafios.

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Medium 9788530985561

CAPÍTULO VIII – ARRAS

Arnaldo Rizzardo Grupo Gen ePub Criptografado

O instituto das arras não está incluído no Título V do Livro I, que abrange o estudo dos contratos em geral, mas está contido no Capítulo VI, fazendo parte do Título IV do mesmo Livro, que disciplina o inadimplemento das obrigações.

Em direito das obrigações, o vocábulo “arras” expressa a quantia dada por um dos contratantes ao outro, como sinal de garantia da conclusão do negócio. Não só o dinheiro pode servir como garantia ou sinal (termo frequentemente usado), mas igualmente qualquer coisa fungível. O escopo principal é firmar a presunção de acordo final, tornando obrigatório o ajuste, e, também, embora mais raramente, assegurar, para cada um dos contratantes, o direito de arrependimento.

Originadas do direito romano, a finalidade das arras era demonstrar a intenção firme e inabalável das partes em cumprirem o contrato, exteriorizando-se através da entrega de um anel, e, posteriormente, de uma certa quantia em dinheiro. Lembra Silvio Rodrigues que a função era “reforçar o liame contratual, pois a parte que desertasse da palavra empenhada perderia o sinal dado. Deste modo”, acrescenta, “talvez o contratante se sentisse menos tentado a abandonar o compromisso assumido, do que se o seu arrependimento ficasse impune”.1 Daí o caráter confirmatório de que se revestiam. Só posteriormente passaram a revelar a natureza penitencial, ou seja, de fixar o quantum que perderia o contratante se desistisse da avença. Implicitamente, encerravam a possibilidade de desistência no cumprimento da prestação. Completa Arnoldo Wald: “Assim sendo, o contrato com arras tornou-se fonte de uma obrigação alternativa: cumprimento da prestação principal, ou perda do valor das arras”.2

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Medium 9788520429990

15. ANTROPOLOGIA E TURISMO: NOTAS PARA UM DEBATE SOBRE A PESQUISA ETNOGRÁFICA NO BRASIL

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

15. ANTROPOLOGIA E TURISMO:

NOTAS PARA UM DEBATE SOBRE

A PESQUISA ETNOGRÁFICA

NO BRASIL1

Yolanda Flores e Silva

Felipe Borborema Cunha Lima

Luana de Sousa Oliveira

Introdução

Falar de turismo com base na Antropologia pode parecer um pouco abusivo, no entanto, essa ciência vem, nos últimos anos, organizando uma série de estudos sobre o turismo e tem algumas considerações bastante pertinentes nessa área.

Antes de tudo é importante delimitar o corpus denominado turismo.

Muitos autores enfocam os primeiros momentos da história do turismo nos roteiros de viajantes como Marco Polo e outros desbravadores. Esse tipo de viagem, entretanto, não pode ser qualificado como viagem turística. Autores como Löfgren (1999), Withey (1997), Boyer (1996) e Feifer

(1985) apontam que o turismo organizado inicia seu desenvolvimento em meados do século XIX, sendo os Estados Unidos e alguns países da

Europa os precursores dos primeiros empreendimentos voltados para o turismo como uma atividade de massa.

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Medium 9788547223809

1. Introdução

CAPEZ, Fernando Editora Saraiva PDF Criptografado

ABUSO DE AUTORIDADE

LEI N. 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965

1. INTRODUÇÃO

1.1.  Breves noções sobre os direitos e garantias fundamentais1

“Direitos fundamentais”, “direitos do homem”, “direitos humanos”,

“direitos públicos subjetivos” são algumas das diversas expressões empregadas pela doutrina para designar os direitos fundamentais da pessoa humana. Anota José Afonso da Silva2 que “direitos fundamentais do homem significa direitos fundamentais da pessoa humana ou direitos fundamentais. É com esse conteúdo que a expressão direitos fundamentais encabeça o Título II da Constituição...”. E conceitua: “A expressão direitos fundamentais do homem ‘são situações jurídicas, objetivas e subjetivas, definidas no direito positivo, em prol da dignidade, igualdade e liberdade da pessoa humana”. A respeito da natureza jurídica dessas normas, afirma: “São direitos constitucionais na medida em que se inserem no texto de uma Constituição ou mesmo constam de simples declaração solenemente estabelecida pelo poder constituinte. São direitos que nascem e se fundamentam, portanto, no princípio da soberania popular”.

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